🚨 Justiça BLOQUEIA bens ligados a Min Hee Jin e mãe de integrante do NewJeans em meio a disputa milionária

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A Justiça da Coreia do Sul deu sinal verde para uma medida cautelar que envolve nomes ligados ao universo do K-pop. A decisão permite o bloqueio temporário de bens associados à executiva Min Hee Jin e à mãe de Danielle, integrante do grupo NewJeans.

De acordo com informações do meio jurídico, o Tribunal Distrital Central de Seul aprovou, no início de fevereiro, um pedido feito pela agência ADOR para restringir bens imobiliários ligados às duas partes. O montante total envolvido na medida gira em torno de ₩7 bilhões de won — cerca de US$ 4,8 milhões ou aproximadamente R$ 24 milhões (valores estimados).

Desse total, aproximadamente ₩5 bilhões (cerca de US$ 3,4 milhões / R$ 17 milhões) estariam vinculados a Min Hee Jin, enquanto ₩2 bilhões (em torno de US$ 1,4 milhão / R$ 7 milhões) dizem respeito à mãe de Danielle.

A ação está conectada a um processo mais amplo movido pela ADOR no fim de 2025, no qual a empresa pede uma compensação financeira de cerca de ₩43 bilhões de won — aproximadamente US$ 29 milhões ou R$ 145 milhões (valores aproximados). A empresa alega prejuízos relacionados a possíveis quebras contratuais e impactos nas atividades do grupo.

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Importante destacar que, embora o processo inclua Danielle, a medida de bloqueio de bens não foi aplicada diretamente à artista.

Entre os bens atingidos pela decisão estão imóveis localizados em bairros valorizados de Seul, como Yongsan e Mapo, além de propriedades associadas à mãe da artista em outras regiões metropolitanas. Esses ativos já estavam sob análise em disputas judiciais paralelas.

No sistema jurídico sul-coreano, esse tipo de bloqueio funciona como uma garantia: os bens ficam temporariamente indisponíveis para venda ou uso como garantia financeira até que o caso seja resolvido. Na prática, isso pode limitar o acesso a recursos durante o andamento do processo.

O caso ganha ainda mais complexidade após mudanças recentes na equipe jurídica da ADOR, o que levanta questionamentos sobre possíveis adiamentos nas audiências já marcadas para os próximos meses.

Enquanto isso, os representantes das partes envolvidas defendem que o cronograma judicial seja mantido, indicando interesse em uma definição mais rápida do impasse.

A disputa segue em andamento e continua sendo acompanhada de perto por fãs e pela indústria do entretenimento, já que pode ter impactos relevantes no cenário do K-pop.

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